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De norte a sul, somos a maior rede de apoio a pessoas em tratamento renal e transplantados: humana, técnica e essencial.
A FENAPAR
é mais que
uma federação.
É um movimento pela vida que não pode esperar.
Criada em 2013 no Piauí, nasceu do desejo de pacientes e familiares de transformar a realidade de quem vive com doença renal crônica.
Hoje, representamos 16 associações regionais e milhares de brasileiros, promovendo diálogo, ação e políticas públicas em defesa da saúde renal.
Nossos Pilares Institucionais
Para enfrentar os desafios da saúde pública no Brasil, é preciso ter direção clara e valores inegociáveis. Conheça a bússola ética e estratégica que orienta cada decisão da FENAPAR, do acolhimento nas bases à articulação política em Brasília.
Missão
Ser porta-voz da causa renal no Brasil, representando e articulando pacientes e associações em defesa de seus direitos. Trabalhar para que as pessoas com doença renal crônica vivam com dignidade, acesso à informação e participação ativa nas decisões que impactam as suas vidas. Mobilizar e conscientizar a sociedade, pacientes ou não, para fortalecer a luta coletiva pelo acesso à saúde de qualidade.
Visão
Construir uma rede nacional ativa, reconhecida pela credibilidade e pela força da coletividade.
Queremos que cada pessoa com DRC se reconheça na FENAPAR, encontre informações confiáveis sobre saúde e direitos e perceba que existe um caminho de luta com resultados concretos. Ser referência nacional no fortalecimento das associações e na defesa de políticas públicas que garantam vida digna para todas as pessoas com doença renal.
Princípios / Valores
Transparência e confiabilidade: comunicar com clareza, combater a desinformação e ser fonte segura contra fake news.
Vida digna: colocar a pessoa no centro das decisões e lutar por qualidade de vida em todos os estágios da doença renal crônica.
Direitos para todas as pessoas: promover equidade, inclusão e justiça social.
Regionalidade: valorizar as realidades locais e fortalecer as vozes que vêm de todo o Brasil.
Coletividade: agir em rede, construindo pontes entre pessoas, associações e organizações.
Respeito à diversidade: reconhecer e acolher diferentes histórias, origens, identidades e trajetórias de vida.
Articulação e advocacy: promover diálogo com gestores, profissionais e instituições, incidindo em políticas públicas e decisões que afetam a vida dos pacientes renais.

